“O mundo precisa de todos os tipos de mentes” – Série Autismo Parte 2/10

Quando você conhece uma história, se você gosta de ouvir histórias, provavelmente você vai escolher uma personagem e torcer por ela. Quando você sabe que a história é real, provavelmente você vai escolher a personagem principal para torcer e que os fatos mudem, de alguma forma, para que a sua vida seja bem sucedida.

O parágrafo acima descreve um pouco como foi o meu comportamento quando assisti “Temple Grandin” (2010). Uma biografia de uma menina autista que cresce como qualquer outra pessoa e estuda alguns níveis de conhecimento que não é para qualquer pessoa comum, por causa de suas ideias e percepções. Ela é criativa, inventiva e precisa ser compreendida em seus pensamentos e como ela pensa o mundo – em imagens.

Com vocês, Temple Grandin!



 

“A história esquecida do autismo” – Série Autismo Parte 1/10

O dia 2 de abril é celebrado como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo ou, simplesmente Dia Mundial do Autismo. Embora não seja profissional da área de saúde, que tenha uma contribuição profissional para dar nesta discussão, sou professor, e enquanto um profissional da Educação, o interesse vem para minimizar os níveis de ignorância sobre o tema e contribuir para tornar mínimo também o estigma social que o termo carrega, especialmente pela falta de informação da população.

O assunto veio para mim em consequência de outro, no consultório da pediatra do meu filho. Falávamos de vacinas e acabamos por chegar na menção das campanhas contra a vacinação encabeçadas por pais americanos ou europeus, com a falsa alegação de que tais vacinas causavam a “epidemia” de autismo que se via na sociedade, como nunca se viu em outros tempos. Tais decisões, as dos pais, põem em risco as campanhas de erradicação de doenças facilmente evitáveis mas que são potencialmente perigosas para as crianças, a exemplo do sarampo.

A origem deste equívoco está baseado num artigo publicado, e posteriormente desmentido e retratado, pela “British Medical Journal”, mas o estrago já estava feito e muita gente continua acreditando que a vacina causa autismo.

Mas, qual a causa deste medo e deste estigma social tão grande?

Numa série de 10 posts com este tema, trarei uma seleção de discussões sobre o espectro autista, com o objetivo de ver e ouvir histórias e relatos de pessoas que lidam ou vivem com o autismo.

O vídeo abaixo apresenta em 13min48s um pouco desta história, e só então para você entender um pouco mais disto tudo.

A TI Verde e os benefícios sociais

 

Na realização do I Seminário de Pesquisa “Tecnologias Computacionais e Qualidade de Vida”, realizado no dia 11/03/2015 pelo Colegiado de Sistemas de Informação da FTC Vitória da Conquista, após a apresentação da linha de pesquisa “Computação Verde”, foram feitas perguntas que, pelo pouco tempo que tínhamos, não puderam ser respondidas a contento. Resolvi então, usar o blog para apresentar as respostas às questões.

Ao apresentar a TI Verde, associou-se o termo “sustentabilidade”, sendo este um conceito que abrange diversas dimensões, apresentadas por Ignacy Sachs*, mas cujo aspecto tem se voltado a três que constituem, segundo expressão de John Elkington**, os três pilares (“triple bottom line”), e que são as dimensões ambiental, econômica e social. O estudante então, ao final da explanação, queria saber se havia alguma informação sobre os benefícios trazidos pela TI Verde, considerando o aspecto social, em números.

As questões sociais são muito amplas e deve-se pensar em que situações podemos associar benefícios sociais trazidos pela TI Verde. Em se tratando de práticas que visam ao  atendimento de critérios de sustentabilidade, é necessário ainda analisar quais as dimensões sociais que estão diretamente ligadas à indústria de tecnologias da informação e ao uso destas. Esta resposta, entretanto, não pretende esgotar esta análise, apenas sugerir alguns destes benefícios.

As práticas de TI Verde: abordagens “Tática Incremental” e “Estratégica”

Uma organização que decide assumir as práticas de TI Verde e escolhe num primeiro momento a abordagem “Tática Incremental”, implementará ações na empresa que visam a redução no consumo (energia, insumos – papel, tinta, toner etc.), manutenções para prolongar a vida útil de equipamentos de informática, reuso de equipamentos e componentes eletroeletrônicos. Neste momento, inicia para toda a organização, um processo de esclarecimento de todos os trabalhadores desta, sobre as boas práticas de gerenciamento de energia e consumo consciente, com o máximo aproveitamento dos recursos que são adquiridos, como por exemplo:

  • impressão apenas de documentos que serão arquivados fisicamente;
  • revisão (antes de imprimir) dos documentos para evitar desperdício de papel;
  • uso de fontes (conjunto de caracteres) que consomem menos tinta;
  • impressão em ambos os lados do papel – quando possível;
  • recondicionamento de insumos para evitar o descarte de resíduos ainda aproveitáveis (cartuchos e toners).

Este processo de conscientização do cidadão já é algo de valor para o indivíduo, uma vez que inicia (ou continua) uma Educação Ambiental que levará para sua vida pessoal, aplicando o conhecimento em evitar o desperdício e em fazer consumo consciente. Mostrando que o retorno é financeiro, isto é, economia de energia resulta em conta de luz mais baixa e prolongamento de vida útil do equipamento, mesmo obsoleto, evita a compra desnecessária (portanto, desperdício) de equipamentos eletroeletrônicos, pode ser o incentivo que o cidadão procura para aderir às tais práticas.

Em se tratando de abordagem “Estratégica”, o indivíduo poderá incorporar, às suas práticas pessoais, o planejamento para o uso de eletroeletrônicos adotado pela organização. Por planejamento, aqui mencionado, deve-se entender que a finalidade para a qual o equipamento será adquirido definirá a dimensão deste, e consequentemente, o valor a ser pago pelos recursos tecnológicos que serão adquiridos. Ou seja, compre o computador que você precisa para fazer as suas tarefas de trabalho, ou atividades de lazer, com a configuração necessária, e não “o melhor e mais veloz computador da loja”.

A ideia de estabelecer o quanto de recursos necessitamos antes de adquirir produtos e serviços mostra-se benéfico para o cotidiano das pessoas pois  conseguimos evitar o consumo desnecessário e, consequentemente, o desperdício de recursos financeiros e tecnológicos.

Um outro aspecto a ser destacado na abordagem “Estratégica”, é a escolha dos fornecedores. Alguns indicadores apontam fabricantes, e seus respectivos produtos, que atendem a critérios considerados sustentáveis, e por estes critérios pretende-se que haja preocupação social, ambiental e econômico. Para reconhecimento destes critérios, é necessário que existam ações que evidenciem tais preocupações e comprovem a prática.

Com a forte tendência de terceirização dos processos de produção, algumas organizações contratam fornecedores de peças, e demais componentes de seus produtos, em diversos países onde a mão de obra seja mais barata, a fim de, entre outras coisas, diminuir os custos de produção. Entretanto, a política de seleção e contratação destes deve ser estabelecida de forma clara para evitar que, por exemplo, em sua cadeia de fornecedores estejam empresas que utilizem trabalho em condições análogas à de escravidão – condição social não desejável e totalmente contrária à dimensão social da sustentabilidade.

Para que todos os itens que devem ser avaliados estejam claros, é necessário que todas as organizações criem uma Política de Gestão Ambiental (processo com norma internacional ISO) e comunique à sociedade, além de possíveis consumidores e fornecedores, criando a imagem que ela deseja vincular à sua marca.

Considerando todos os aspectos apresentados acima, torna-se difícil uma quantificação dos benefícios resultados da implantação das práticas de TI Verde e que, devido às características de resultados em médio e longo prazo, estes serão percebidos individualmente e que, só poderão ser medidos se comparados com cenários anteriores à implantação de tais práticas, sejam organizacionais ou individuais. Ao escrever esta resposta, eu não pretendi esgotar a discussão sobre esse tema, de modo que contribuições serão bem-vindas, sempre.

Uma outra pergunta queria saber sobre o que faria uma organização adotar as práticas de TI Verde, pergunta que será respondida em outro post deste blog.

 

* SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2009

** ELKINGTON, John. Canibais com garfo e faca. São Paulo: Makron Books, 2001

Sobre celulares (smartphones), publicidade e disponibilidade.

Já falamos aqui sobre Mobilidade Multimídia e as aplicações (clique aqui para ler o post) que têm levado a um processo de interação entre os usuários de smartphones e produtos, serviços e as mídias digitais, servindo como uma ponte para as Redes Sociais – digitais ou não.

Sobre a “sociedade em rede”, Manuel Castells (A Sociedade em Rede, 1999) apresenta diversos aspectos da revolução tecnológica e as implicações para uma nova economia, um novo trabalho, uma nova cultura e um novo tempo [leitura fortemente recomendada!!] e, considerando a relevância de todas estas mudanças que têm ocorrido, alguns novos paradigmas têm alterado o comportamento de todos nós, produtores e consumidores, sabendo que o processo de interação não mais se apresenta como antes.

“A particularidade contemporânea é a hegemonia de um conjunto de redes, as redes telemáticas, que passam a integrar, e mesmo a “comandar” (…)” (LEMOS, André. Celulares, funções pós-midiáticas, cidade e mobilidade) e, sobre essa mobilidade, vemos novas formas de conquistar ou se aproximar de clientes potenciais – aplicativos que indicam localização geográfica, outros de fotografia que integram os demais aplicativos que utilizam o GPS e as Redes Sociais Digitais ou os de Redes Sociais Digitais que integram tudo que foi falado anteriormente, tudo com o objetivo de usar a mobilidade que o smartphone possui, para garantir que novas ações publicitárias sejam efetivas e estejam presentes, onde seu público está, seja presencial ou virtualmente.

Para entender sobre os comentários, recomendo conhecer como funcionam os aplicativos Instagram, FourSquare e demais apps de Redes Sociais (como o Facebook).

Mas, para entender sobre o “disponibilidade” do título deste post, veja esta divertida talk  do Renny Gleeson, com 3min47s de duração, sobre o comportamento anti-social dos usuários de smartphones…(:

Redes Sociais Digitais: “princípios para um mundo aberto”.

Muito tem-se falado acerca das redes sociais digitais, desde a grande exposição que as pessoas praticam em busca de notoriedade e fama instantânea, até os aspectos de movimento político capaz de gerar mudanças de enorme valor social. O escritor Don … Continue lendo

Realidade Aumentada, mais qualidade na interatividade.

O avanço da multimídia e da realidade virtual, proporcionado pela maior potência dos computadores, permitiu a integração, em tempo real, de vídeo e ambientes virtuais interativos. Ao mesmo tempo, o aumento da largura de banda das redes de computadores também vem influenciando positivamente na evolução da multimídia, permitindo a transferência de imagens e outros fluxos de informação com eficiência. (Claudio Kirner e Romero Tori).

Para muitos daqueles interessados em Realidade Aumentada, uma das suas mais importantes características é a maneira com a qual faz possível a transformação do foco de interação. O sistema de interação já não é uma localização precisa, mas sim o ambiente como um todo; interação não mais é uma simples troca “face-monitor”, agora se dissolve no espaço e objetos em volta. Utilizar um sistema de informação não é mais exclusivamente um ato consciente e intencional.

Realidade Aumentada (RA) é a integração de informações virtuais a visualizações do mundo real (como, por exemplo, através de uma câmera). Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.

“A tecnologia da Realidade Aumentada surgiu prometendo derrubar algumas barreiras da interação na comunicação promocional e publicitária.”

Entre as várias possibilidades para a aplicação da RA, encontra-se a publicidade e propaganda. Alguns autores dizem que  “o sem-número de possibilidades que a internet proporciona para formatos e estilos de publicidade oferecem uma mudança imediata da postura passiva do consumidor para uma postura, no mínimo, ativa, caminho para alcançar a interatividade, que está presente de forma mais delineada apenas em algumas ações”.

Para o encanto de todos, uma talk de Marco Tempest (TEDTalk) para ilustrar o uso de realidade aumentada para entretenimento. Além da interação, preste atenção no conteúdo desta palestra. São 5min36s de mágica tecnológica. Enjoy it!

QR Code – uma ação inovadora e com ótimos resultados [Mobilidade Multimídia].

Um post do blog TecMundo, de agosto de 2011, apresentava dados de uma pesquisa online mundial realizada pelo International Data Group – IDG. Os resultados da pesquisa realizada, mostravam que o celular convencional, como já era de esperar que acontecesse, … Continue lendo

Hipertexto, Multimídia, Hipermídia : um começo.

O texto a seguir você encontra na íntegra neste endereço: http://tecmidia.wikidot.com/hipermidia-surgimento-e-evolucao A Hipermídia é um termo criado pelo sociólogo, filósofo e pioneiro de sistemas de informação estadunidense Ted Nelson em 1960. Utilizada como uma extensão do termo hiperlink, a hipermídia promoveu a fusão dos vários tipos … Continue lendo

Comunicação multimídia: uma discussão.

Os aficionados por novas tecnologias ficam atentos às conferências e demais eventos que apresentam ao grande público os novos dispositivos capazes de fazer coisas nunca antes vistas, apenas imaginadas, ou ainda nunca antes imaginadas pelo indivíduo comum.

Considerando que cada uma dessas novas tecnologias terá sua parcela de contribuição em um novo paradigma, em muitas áreas de conhecimento humano, a influência nas práticas profissionais surgem, criando novas funções para algumas dessas áreas.

Caracterizados por um alto nível de interação, os novos meios e formatos de comunicação e de publicidade, trazem também novos conceitos de atuação dos profissionais envolvidos nessas áreas: computador, celular (smartphone), TVDi e Rádio Digital.

Dentre os novos conceitos, pode-se falar sobre a função do publicitário e os objetivos de seus trabalhos. Nas palavras de Adler e Firestone, citados por Sprandel, “se a influência da publicidade sobre o consumo é questionável, então o que é que ela faz? A publicidade é um fator importante e muitas vezes crítico na construção e manutenção do valor de uma marca” (SPRANDEL, 2009).

As pesquisas geradas pela Computação e Informática, pelas Engenharias, pela Comunicação Social etc. têm influência direta nas ideias que surgem para alcançar esse público que deseja, sobretudo, algo que seja de confiança para sua vida e seu bem-estar.

No vídeo abaixo, a apresentação de um projeto da IBM, o “Think”, um aplicativo para iOS que disponibiliza, aos seus usuários, acesso às tecnologias desde os primórdios, passando, é claro, pelas criações da empresa, campeã em patentes nos Estados Unidos tendo registrado mais de cinco mil patentes em um ano.

O vídeo pode ser visto por diferentes pontos de vista, encontre o seu ao assisti-lo (o áudio está em inglês, mas pode escolher as legendas no seu idioma).

Neste outro vídeo, a experiência do app, em outra dimensão de experiência.

Sistemas: uma teoria geral.

Histórico

A teoria de sistemas foi proposta em meados de 1920 pelo biólogo Ludwig von Bertalanffy. Em 1956 Ross Ashby introduziu o conceito na ciência cibernética. A pesquisa de von Bertalanffy foi baseada numa visão diferente do reducionismo científico até então aplicada pela ciência convencional. Dizem alguns que foi uma reação contra o reducionismo e uma tentativa para criar a unificação científica.

Sistemas abertos

Basicamente a teoria de sistemas afirma que estes são abertos e sofrem interações com o ambiente onde estão inseridos. Desta forma, a interação gera realimentações que podem ser positivas ou negativas, criando assim uma auto regulação regenerativa, que por sua vez cria novas propriedades que podem ser benéficas ou maléficas para o todo independente das partes.

Realimentações

Um sistema realimentado é necessariamente um sistema dinâmico, já que deve haver uma causalidade implícita. Em um ciclo de retroação uma saída é capaz de alterar a entrada que a gerou, e, consequentemente, a si própria. Se o sistema fosse instantâneo, essa alteração implicaria uma desigualdade. Portanto em uma malha de realimentação deve haver um certo retardo na resposta dinâmica. Esse retardo ocorre devido à uma tendência do sistema de manter o estado atual mesmo com variações bruscas na entrada. Isto é, ele deve possuir uma tendência de resistência a mudanças. O que, por sua vez, significa que deve haver uma memória intrínseca a um sistema que pode sofrer realimentação.

Teoria reducionista e teoria sistêmica

Segundo a teoria de sistemas, ao invés de se reduzir uma entidade (um animal, p ex.) para o estudo individual das propriedades de suas partes ou elementos (órgãos ou células), se deve focalizar no arranjo do todo, ou seja, nas relações entre as partes que se interconectam e interagem orgânica e estatisticamente.

Uma organização realimentada e auto gerenciada, gera assim um sistema cujo funcionamento é independente da substância concreta dos elementos que a formam, pois estes podem ser substituídos sem dano ao todo, isto é, a auto-regulação onde o todo assume as tarefas da parte que falhou. Portanto, ao fazermos o estudo de sistemas que funcionam desta forma, não conseguiremos detectar o comportamento do todo em função das partes. Exemplos são as partículas de determinado elemento cujo comportamento individual, embora previsto, não poderá nos indicar a posição ou movimentação do todo.

Interdisciplinaridade

Em biologia temos nas células um exemplo, pois não importa quão profundo o estudo individual de um neurônio do cérebro humano, este jamais indicará o estado de uma estrutura de pensamento, se for extirpado, ou morrer, também não alterará o funcionamento do cérebro.

Em eletrônica, um transistor numa central telefônica digital, jamais nos dará informações sobre o sistema, embora sua falha possa causar algum tipo de alteração na rede, nas modernas centrais, os sinais remetidos a si serão automaticamente desviados para outro circuito.

Em Sociologia, a movimentação histórica de uma determinada massa humana, por mais que analisemos o comportamento de um determinado indivíduo isoladamente, jamais conseguiremos prever a condição do todo numa população. Os mesmos conceitos e princípios que orientam uma organização no ponto de vista sistêmico, estão em todas as disciplinas, físicas, biológicas, tecnológicas, sociológicas, etc. provendo uma base para a sua unificação.

Além dos exemplos citados, podemos observar a ação sistêmica no meio-ambiente, na produção industrial automatizada, em controles e processos, na teoria da informação, entre outros.

Aplicações

Na teorização matemática surgiu o desenvolvimento da isomorfia entre os modelos de circuitos elétricos e outros sistemas. As aplicações da teoria de sistemas abrangem o desenvolvimento de todos os ramos da ciência, alguns exemplos são: engenharia, computação, ecologia, administração, psicoterapia familiar, termodinâmica, dinâmica caótica, vida artificial, inteligência artificial, redes neurais, modelagem e simulação computacional, entre outras.


Considerando a forma como o todo está interligado, os sistemas computacionais têm sido utilizados para coletar e usar os dados gerados por todas as áreas de conhecimento e atuação humana e por todos os seus usuários.

Você tem ideia de como esses dados têm sido utilizados?

Veja essa talk do Kevin Slavin, “Como os algoritmos moldam nosso mundo”, com duração de 15min23s

Leitura recomendada e fonte:
BERTALANFFY, Ludwig Von.Teoria geral dos sistemas. Vozes; 1975.

CHIAVENATO, Idalberto . Introdução à teoria geral da administração. Makron Books

Klir, Facets of Systems Science; 1991